Mulheres em Círculo

Você sabe o que precisa mudar para ficar bem consigo mesma?

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O último texto publicado neste blog trouxe como desafio alguns questionamentos sobre mudanças. Agora, vou lançar mais um desafio! Você sabe quais áreas da sua vida que poderia mexer e transformar para alcançar um nível maior de satisfação consigo mesma? Ou você é daquelas pessoas que dizem “não, eu não quero mudança”? Mudar o jeito de pensar e de fazer as coisas seria para aquelas pessoas que não sabem o que quer. Será?

Algumas pessoas que estão insatisfeitas com suas vidas sabem o que devem mudar e o que está faltando, mas às vezes não sabem como promover tais mudanças. Já outras, estão insatisfeitas e sentem-se totalmente perdidas. Elas não sabem por onde começar a organizar suas vidas. Essas são pessoas que de alguma forma já deram um grande passo rumo ao autoconhecimento.

A nossa vida pessoal tem várias dimensões. Temos, por exemplo, os nossos relacionamentos amorosos, sociedades, a nossa satisfação ou insatisfação no trabalho, na vida espiritual, os nossos processos de criatividade e realização, os cuidados com a nossa saúde... Enfim, são várias as áreas que dizem sobre o quanto somos pessoas conscientes do sentido das nossas vidas ou se preferimos o “deixa a vida me levar”. 

Cabe a cada uma de nós decidir se vai ou se fica. As mudanças ocorrem, a energia muda, a matéria muda, tudo se modifica, se transforma. Ou seja, a coisa mais constante na vida é a mudança. A luta por permanecer no mesmo lugar, com as mesmas crenças e os mesmos valores é que é estranha. Como nos agarramos às velhas ideias, velhas memórias e insistimos em manter isso como a verdade absoluta em vez de criarmos possibilidades é que nos mantêm acorrentados em nós mesmos. 

Eu te convido a olhar para as diversas dimensões da sua vida e ver por onde pode começar o seu processo de mudança interna.

* Maria Lúcia Oliveira é psicóloga clínica, facilitadora de circulo psicoterapêutico de mulheres, com especialização em terapia familiar e de casal. Também possui especialização em psicopatologia, formação em educação sistêmica e mestrado em ciências da religião.

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