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História de amor de goianos vira romance

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Oswaldo Stival e Edith Peixoto Stival


Uma história de amor que se tornou o pilar para o desenvolvimento de toda uma geração é de “O amor em uma Nova Veneza: Oswaldo e Edith”, romance literário que será lançado nesta terça-feira (12), no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia. Os personagens são Oswaldo Stival e Edith Peixoto Stival, dois goianos descendentes de famílias que deram origem à principal colônia da imigração italiana do Centro-Oeste: Nova Veneza. 

Obra coletiva preparada pelo médico Alessandro Rios Stival, neto dos biografados, e pelos escritores Alberto Araújo e Gercyley Batista, o livro narra como a união do casal impulsionou sonhos e projetos, trazendo realizações não apenas pessoais e familiares, mas também um legado de contribuições sociais e culturais. 

Oswaldo e Edith casaram-se em 1955 e tiveram cinco filhos. Hoje, soma-se ao núcleo familiar 14 netos e 20 bisnetos. De origem humilde, ele sobrevivia da compra e venda de animais, no início de seu casamento, o que exigia longas viagens no lombo de cavalos e mulas comprando gado em cidades distantes. Acabou tornando-se um dos maiores players da agropecuária do país, além de ter sido um dos pioneiros no comércio de cereais em Goiás. Ela, por sua vez, dedicava-se ao magistério e exerceu com maestria educadora.  

O casal não se limitou a fazer prosperar apenas seu núcleo familiar. Após conquistar destaque, em 1989, já na maturidade dos seus 60 anos de idade, Oswaldo e Edith aceitaram o desafio de entrar para a vida pública na administração de sua cidade natal, Nova Veneza. Na condição de prefeito e primeira-dama, criaram o Festival Italiano de Nova Veneza, que se tornou um dos maiores do País e contribuiu para o resgate da cultura italiana no Estado.

O livro será lançado no dia em que o casal completa aniversário de 64 anos de matrimônio, e já está sendo roteirizado para se transformar em filme. 

"A Primogênita"

Também nesta terça (12), a escritora mineira Maria Luíza Medeiros lança, em Goiânia, o quinto livro de sua carreira: "A Primogênita". Diferente das publicações anteriores compostas por crônicas, contos e poesias, seu mais recente livro traz memórias e histórias de sua trajetória de vida.

Editado em Goiânia, pela Editora América, o livro tem como principal personagem a própria escritora. Ao longo de 111 páginas, Maria Luíza relembra os momentos mais importantes de sua vida com histórias, diálogos, fotos e depoimentos. A ideia do livro com suas memórias surgiu após o pedido de uma de suas bisnetas, de apenas cinco anos. Como tarefa escolar, a menina pediu à bisavó que escrevesse sobre a sua vida. 

A partir daí, surgiu na neta o desejo de conhecer mais sobre a vida da bisavó escritora e em Maria Luíza o entusiasmo em contar suas histórias para a pequena. Assim, aos quase 90 anos, Maria Luíza rememorou os momentos mais importantes e delicados de sua vida com narrativas e imagens preciosas a ela. 

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Maria Luíza Medeiros
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