Comportamento

Dicas de alimentação para enfrentar o tempo seco

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Além de problemas respiratórios, o tempo seco pode causar dor de cabeça, irritação nos olhos, nariz, pele. A garganta pode ficar seca, a voz rouca, inclusive com possibilidade de inflamação na faringe/laringe. Por isso, alguns cuidados são fundamentais para atravessar esse período com a saúde em plena forma. 

Uma alimentação equilibrada é essencial para evitar perda de imunidade que, por sua vez, ocasiona a porta de entrada a doenças. A principal recomendação para os dias secos é tomar bastante água. Esse hábito pode ajudar a aliviar a irritação na garganta, orienta Sandra Oliveira, coordenadora do curso de nutrição da Faculdade Estácio. 

“A água potável e tratada é a melhor opção. Para quem não tem costume de ingerir água com frequência pode recorrer às opções aromatizadas da bebida. Basta adicionar folhinhas de hortelã, cascas de laranjas ou limão, erva cidreira, gengibre, cravo, canela em pau, ou até mesmo gotas do suco de frutas”, explica a profissional.
 
Outra fonte de hidratação recomendada pelos especialistas são as frutas e verduras. “Em média, 95% do peso desses alimentos são compostos por água, por isso o consumo de frutas e hortaliças é altamente recomendado durante essa época do ano”, comenta Sandra. Para tanto, ela cita vários exemplos, como coco verde (em especial a água), laranja, melancia e folhagens de modo geral. 

Além do benefício hídrico, esses vegetais são ricos em vitaminas e sais minerais que colaboram para manter o equilíbrio corpóreo necessário. É sempre bom lembrar que há recomendações especiais, indicadas para pessoas que tenham algum tipo de intolerância aos produtos mencionados.
 
Evitar o consumo excessivo de produtos industrializados com componentes para realçar o sabor, intensificar a cor ou mesmo impedir a multiplicação microbiana no alimento é outra dica. “Esses produtos oferecem risco de dano ao organismo, embora apresentem-se ao paladar, ao olfato e à visão como inofensivos e até atrativos. Escolher os alimentos naturais e, de preferência, específicos para essa estação climática, diminui a incidência de transtornos decorrentes dos exageros químicos, proporcionando qualidade alimentar às pessoas”, finaliza. 
 

 

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